null Aspetos financeiros a ter em conta antes do casamento

Aspetos financeiros a ter em conta antes do casamento

Dar o passo de casar é uma das decisões mais importantes para os casais que decidem unir as suas vidas. Não só por ser uma decisão importante, mas também porque é um momento memorável para comemorar. No entanto, existe uma série de aspetos financeiros que todas as pessoas que vão casar devem ter em conta e que resumimos neste artigo.

Seja um casamento civil ou religioso, os passos burocráticos prévios a uma boda requerem múltiplos documentos, certificados e formulários. Na hora de falar de trâmites económicos e financeiros, encontramo-nos diante dos seguintes factores a considerar.

Começando pelos rendimentos, é importante conhecer a capacidade de poupança e metas financeiras da outra pessoa. Por exemplo, se um dos membros conta com maior património ou se recebe rendimentos superiores mensalmente, partilhar essa informação é imprescindível na hora de fazer orçamentos em conjunto, realizar projectos comuns e, por fim, buscar os caminhos adequados para obter benefício mútuo. Não devemos esquecer que a poupança e o investimento devem estar presentes nesta etapa da vida, já que se trata de construir um projeto de presente e futuro. É aqui que entram as diferentes ferramentas de poupança que permitirão assegurar os rendimentos no dia de amanhã.

Uma vez conhecida a situação financeira de cada um dos cônjuges, o próximo passo será falar e acordar o regime económico ao qual o casamento estará sujeito, uma vez que será fundamental na regulação dos efeitos patrimoniais caso o amor chegue ao fim e o casamento se dissolva. Atualmente encontramo-nos diante de três tipos de regimes de bens para o casamento: comunhão de adquiridos, comunhão geral e separação.

Resumidamente, o regime de comunhão de adquiridos pressupõe a comunhão do produto do trabalho dos cônjuges e os bens adquiridos. São considerados bens próprios de cada um dos cônjuges os bens que cada um deles tiver no momento da celebração do casamento, os que vier a receber a título gratuito e os bens adquiridos no decurso do casamento. Já no regime de comunhão geral, o património comum é constituído por todos os bens presentes e futuros de ambos os cônjuges, independentemente de serem adquiridos a título oneroso ou gratuito, antes ou depois do casamento. Por fim, no regime de separação não há comunhão de nenhum bem, quer tenha sido adquirido a título oneroso ou gratuito, antes ou depois do casamento.

Independentemente do regime, apesar de não ser uma questão muito “romântica”, é um aspeto financeiro imprescindível antes do casamento, uma vez que estabelece as normas pelas quais se irá reger a união e evita possíveis problemas futuros.

Assegurar um futuro

Criar um futuro comum através do casamento envolve um compromisso de proteger e cuidar um do outro, bem como dos filhos, no caso de formar uma família. Adaptar as possíveis apólices de seguro existentes às necessidades e beneficiários do momento ou obter seguros específicos que protejam economicamente o outro cônjuge é um aspecto financeiro essencial. Seguros de vida, seguros de acidentes, seguros de amortização de empréstimos, de casa… A PSN conta com uma ampla oferta de seguros e 90 anos de experiência o oferecer cobertura adequada para garantir a segurança económica das famílias e dos profissionais.

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